Pódio de Acosta vem após operação incomum nos motores da KTM
Pedro Acosta foi segundo em Aragón, seu quarto pódio do ano, após seguir Marc Márquez por boa parte da prova. Diz que manter o ritmo até o fim destruiria os pneus. Esse limite explica a falta de ataque final, apesar de uma KTM capaz de superar Aprilia e outras Ducati.
O resultado veio após intervenção incomum. Com acordo dos fabricantes e supervisão, a KTM abriu sete motores selados para trocar componentes ligados à confiabilidade. Quatro eram da rotação de Acosta. As peças exatas não foram confirmadas.
A KTM havia limitado giro ou potência em algumas pistas. Acosta já usou seis de oito motores, com dois fora da rotação. Recuperar unidades reparadas reduz o risco de poucas opções no fim.
O pódio não prova que a intervenção causou o ritmo. Mostra que a RC16 pode lutar na frente com confiabilidade e pneus controlados. A KTM deve repetir sem retomar as restrições anteriores.

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