McLaren identifica por que Baku a deixou sem pontos
Andrea Stella reconhece que Baku expôs uma fraqueza mais profunda do que os incidentes que eliminaram Lando Norris e deixaram Oscar Piastri fora dos pontos. Segundo o chefe da McLaren, o MCL40 tinha arrasto demais, pouca velocidade final e desempenho insuficiente nas curvas para permitir que os pilotos atacassem normalmente. Eles passaram boa parte da corrida defendendo em vez de avançar.
As atualizações levadas a Baku, porém, não são consideradas um fracasso. Stella afirma que entregaram o ganho esperado. O problema é que não bastaram para corrigir as características fundamentais do carro neste tipo de circuito. A McLaren vai revisar especialmente seu nível de arrasto e as relações de câmbio para verificar se estavam adequadas às longuíssimas retas do Azerbaijão.
Um terceiro elemento aparece na comparação com a Mercedes: Stella afirma que a unidade de potência da McLaren não estava otimizada no mesmo nível da equipe de fábrica durante a corrida, embora use o mesmo motor. A diferença vem, portanto, da exploração do pacote completo e não apenas da potência disponível. Baku não invalida os ganhos das novidades, mas mostra exatamente onde a McLaren ainda precisa evoluir para vencer a Mercedes com mais regularidade.

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