Próximo motor da F1 ganha forma: V8 turbo, menos híbrido e 50 kg mais leve

A Fórmula 1 já começa a desenhar o motor que sucederá a atual geração híbrida. Segundo o Motorsport.com, FIA e fabricantes chegaram a um acordo de princípio sobre os principais elementos do próximo ciclo: um V8 turbo de 3,0 litros acompanhado por um motor elétrico muito menos potente que o atual.
A parte elétrica cairia para cerca de 100 kW, contra 350 kW das unidades de potência atuais, enquanto a meta seria reduzir o conjunto em pelo menos 50 kg. O turbo seria mantido, entre outros motivos, porque um V8 aspirado poderia gerar problemas de ruído em vários circuitos de rua sujeitos a limites sonoros.
Nem tudo está fechado. Um sistema push-to-pass ainda está em estudo e a data de introdução continua aberta: 2030 é uma possibilidade, não uma decisão final. A direção, porém, está muito mais clara do que alguns meses atrás: a F1 busca um motor mais simples, leve e com um papel menos dominante da parte elétrica.

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